Terapias integrativas: a energia como cura para depressão e ansiedade

Sabe a famosa frase “há mais coisas entre o céu e a Terra que supõe nossa vã filosofia”, do romance Hamlet, de William Shakespeare? Então. A terapeuta integrativa Bruña Frañzoi acredita plenamente nisso e também acredita que ansiedade tem cura.

“Depois de sete fertilizações, duas perdas espontâneas e uma depressão, adotei. Mas ainda carrego a dor de não engravidar”

“Minha história, infelizmente, não é daquelas ‘e foram felizes pra sempre’. Eu sempre sonhei em engravidar, mesmo antes de me casar. Sei lá… a gravidez, a barriga crescendo, um serzinho me chamando de mãe… esse sempre foi o meu conceito de felicidade.

“Perdi meu primeiro bebê na véspera do Natal e caí em depressão por um ano. Encontrei formas de me reerguer, redescobri minha espiritualidade e hoje estou grávida do meu terceiro filho”

“Só quem já passou por esse sentimento de impotência, beirando o desespero e a depressão, sabe como é. A minha história começou em outubro de 2013, quando eu e meu marido resolvemos engravidar. Aconteceu no mês seguinte. Foi uma alegria!

“Tive três tumores, depressão, duas perdas espontâneas, tentei FIV e agora procuro a cura dentro de mim. Neste processo, não deixar a vida ruir já é uma vitória”

“Aos 36 anos, decidi que queria engravidar e fui à minha ginecologista. Quando fiz os primeiros exames, descobri que tinha três tumores: um na tireoide, um no fígado e um no seio. Para começar, como a tireoide regula os hormônios, eu não teria como engravidar sem antes tratá-la. Foi o que eu fiz.

“Aos 39, depois de dois anos de luta, engravidei. Mas preciso de ajuda”

“Nossa luta começou há dois anos, quando resolvemos ter um bebê. Nem sempre é simples como parece e nosso caso foi doloroso e sofrido. Quando começamos a tentar, meu ginecologista pediu alguns exames e disse que estava tudo bem e que em três meses já teríamos um positivo. Receitou algumas vitaminas e viemos embora. Mas, […]

“O diagnóstico do meu marido foi oligospermia. Já me revoltei contra a vida, mas hoje resolvi ser feliz, com ou sem filhos”

“Sempre falávamos em ter filhos, mas foi após sete anos de casados, em 2013, que resolvemos procurar um médico. Ele nos trouxe o diagnóstico: oligospermia, ou seja, baixa produção espermática do meu marido.

“Demorei para descobrir que tenho uma má-formação das trompas. Sempre quis ter dois filhos, mas comecei a acreditar que, se conseguisse um, já seria o suficiente”.

“Sou de uma família do interior de São Paulo, então fui criada para casar e ter filhos. Ainda que minha família não seja tão conservadora a ponto de achar que mulher tem que ficar cuidando da casa, fui condicionada a isso.